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INFUSE
Lúcuma

O Ouro dos Incas

Lúcuma

Pouteria lucuma

« Uma doçura de todos os dias, herdada dos vales incas. »

O fruto andino que sabe a caramelo sem o ser — doce, dourado, farinhento.

desde € 9,50

100g

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A lúcuma (Pouteria lucuma) cresce nos vales andinos do Peru, do Equador e do Chile — a sua terra botânica de origem.

Lúcuma

Cotidiano

Lúcuma

Uma colher de pó dourado no leite ou batido da manhã.

2 · A quantidade

De origem cuidada · envio mundial · devolução em 14 dias

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✦ Lúcuma · num sopro ✦

Uma doçura de todos os dias que adoça como caramelo e nutre como alimento.

Cotidiano
Signature INFUSEIntensidade · avaliada em 10
Intensidade · avaliada em 10
doçura de todos os dias10/10
sabor caramelo-ácer10/10
adoçante suave9/10
alimento-prazer9/10
herança andina8/10

Registo Ouro dos Incas, carne cor de açafrão, gelado do Peru, fruto da olaria moche · Quechua · vales andinos · Peru-Equador-Chile

⊹ O caminho da planta

⊹ PERGUNTAS FREQUENTES ⊹

Respondemos-te.

O que é a lúcuma?

A lúcuma é o Ouro dos Incas — o fruto andino cuja carne amarelo-açafrão, seca e farinhenta, sabe a ácer, caramelo e batata-doce. Botanicamente é a Pouteria lucuma, fruto de uma árvore da família das Sapotaceae, cultivada há milénios nos vales do Peru, do Equador e do Chile. Seca e moída em pó, é um alimento e um adoçante suave de todos os dias.

A que sabe o pó de lúcuma?

Um sabor quente e redondo, algures entre ácer, caramelo e batata-doce, com uma leve nota maltada. É este sabor — não um efeito — que fez dela o gelado mais amado do Peru. O pó não é ácido como a maioria dos frutos: é doce e terroso, fácil de casar com cacau, baunilha e leite vegetal.

Como uso o pó de lúcuma?

Uma a duas colheres de chá (5 a 10 g) num batido, numas papas, num iogurte vegetal, numa massa de bolo ou num gelado caseiro. A lúcuma adoça com suavidade sem sobrepor-se; engrossa ligeiramente e dá uma cor dourada. Muitos usam-na como alternativa ao açúcar refinado em sobremesas e bebidas quentes. É um alimento.

A lúcuma aumenta o açúcar no sangue?

A lúcuma tem um índice glicémico reputado baixo para um fruto — uma das razões do seu lugar nas cozinhas andinas como adoçante suave. Traz fibra, que retarda a absorção dos açúcares. Dito isto, estes são marcadores alimentares, não uma promessa médica: em caso de diabetes ou vigilância glicémica, peça conselho a um profissional.

Qual é a diferença entre lúcuma e maca?

Duas plantas andinas, dois usos. A lúcuma é um fruto doce, um alimento-prazer de sabor a caramelo, usado sobretudo para adoçar e nutrir. A maca é uma raiz de altitude, classificada entre os adaptogénios, usada para a resistência de fundo e a energia da manhã. Podem combinar-se: a lúcuma adoça, a maca apoia.

A lúcuma tem precauções de uso?

A lúcuma é um alimento antigo e bem tolerado. Como com qualquer fruto da família das Sapotaceae, as pessoas com alergias conhecidas a estes frutos mantêm-se cautelosas. Durante a gravidez e a amamentação, o uso alimentar corrente não coloca problema particular, mas em caso de dúvida é melhor pedir conselho. Faça a sua própria pesquisa (DYOR).

⊹ Capítulo · Perguntas ⊹

Pergunta, responde, partilha.

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Em profundidadebotânica · fitoquímica · históriaLer

Botânica

A Pouteria lucuma é uma árvore de folha persistente da família das Sapotaceae, que atinge 15 a 20 metros. Nativa dos vales andinos temperados da América do Sul (Peru, Equador, Chile), frutifica ao longo de vários meses do ano. O fruto, redondo a oval, mede 5 a 12 cm; a sua pele fina varia do verde ao castanho-dourado na maturação, e a sua carne amarelo-alaranjada é seca e farinhenta — uma textura invulgar que a distingue dos frutos sumarentos. No interior, uma a várias sementes grandes, castanhas e brilhantes, valeram-lhe a alcunha de «fruto-ovo». O amadurecimento termina muitas vezes após a colheita, sendo o fruto colhido firme e depois deixado a amadurecer.

Sabor e uso culinário

A singularidade da lúcuma reside no seu sabor: onde se esperaria a acidez de um fruto, encontra-se uma doçura quente de caramelo, ácer e batata-doce, com um travo maltado. É este sabor que explica o seu lugar central na pastelaria peruana — gelados, mousses, bolos, batidos — e a sua reputação de sabor de gelado preferido do país. Seca e moída, o pó concentra esta doçura mantendo-se fácil de dosear; serve de adoçante natural, rico em fibra, em bebidas e sobremesas.

Perfil nutricional (descritivo)

A lúcuma é acima de tudo um alimento. A polpa e o pó trazem hidratos de carbono (incluindo açúcares naturais acompanhados de fibra, que modera a absorção), fibra alimentar, bem como minerais (nomeadamente ferro, cálcio, fósforo, potássio) e carotenoides responsáveis pela sua cor dourada — precursores da vitamina A. Vitaminas do grupo B e vitamina C estão também presentes. O seu índice glicémico é geralmente descrito como baixo para um fruto doce, o que faz dela um adoçante valorizado em dietas atentas ao açúcar no sangue. Estes dados descrevem um alimento nutritivo.

Linhagem e história longa

A lúcuma está entre os frutos domesticados mais antigos dos Andes. As culturas pré-incaicas da costa peruana — moche, nazca e outras — cultivavam-na e apreciavam-na o suficiente para a representar na sua olaria, moldada em forma de fruto ou pintada em cerâmicas rituais. Conservada seca, nutriu comunidades ao longo das estações secas. O seu nome tradicional «Ouro dos Incas» diz ao mesmo tempo o seu valor alimentar e a sua cor. Hoje, a lúcuma continua a ser um marco da identidade culinária andina, exportada sobretudo em pó — um fruto de todos os dias que se tornou, para lá dos Andes, uma doçura procurada.