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RITUAL ✷ · SUBCATEGORIA

Viagem Interior.

Onze plantas para as explorações contemplativas. O Kanna, o Sinicuichi, o Lótus azul e o Wild Dagga assentam o real devagarinho, sem nunca o arrancar.

11 tesouros nesta família· 5,01115 avaliações


A palavra

Viajar sem se arrancar.

A viagem interior não precisa de arranque para ser profunda. Estas onze plantas, o *Sceletium tortuosum*(Kanna) da África do Sul, o *Heimia salicifolia*(Sinicuichi) do México, o *Nymphaea caerulea*(Lótus azul) do Egipto, propõem uma descida suave, sem ruptura, para estados contemplativos que se cultivam há séculos. Não se deixa o real; amaciam-se-lhe as margens, e algo de outro pode mostrar-se.

São moduladores de consciência tradicionais, usados há milénios nas cosmologias banta, asteca, egípcia. Posologias tradicionais, a mil léguas dos protocolos "psiconautas".

Viajar sem se arrancar.
A curadoria

Os 11 tesouros da família.

⊹ PORQUÊ ESTA FAMÍLIA ⊹

O enquadramento da viagem suave.

Três condições para uma viagem bem sustentada:

Primeiro: não sozinho(a) ao início. Um(a) amigo(a) silencioso(a) na divisão ao lado — não uma testemunha, uma presença.

Segundo: 3-4 horas pela frente. Estas plantas não acabam em 20 minutos; assentam em várias vagas.

Terceiro: um caderno. Para pousar, simplesmente. Aquilo que regressa no dia seguinte é aquilo que merece ser seguido.