Sete tesouros, sete horas.
Da guayusa da alvorada ao sonho da noite: uma planta para cada hora.
Guayusa
A cafeína encontrada viva numa tumba Tiahuanaco do ano 355.
Os Shuar e os Achuar da Amazónia levantam-se antes do dia para beber a guayusa em círculo e ler os sonhos da noite. Cafeína e L-teanina — a energia sem a tensão. O primeiro gesto de um dia que já sabe para onde vai.
Conhecer a GuayusaPack adaptógeno
Reishi, lion’s mane, cordyceps — os três tesouros taoistas da longevidade.
Reishi, lion’s mane, cordyceps — os três tesouros taoistas da resiliência e da longevidade, aliados a raízes de altitude. Não um café de substituição, uma rede subterrânea que se ativa no corpo: clareza, resistência, enraizamento.
Descobrir o packCacau cerimonial
Theobroma, «alimento dos deuses» para Lineu — a árvore que floresce no próprio tronco.
Cultivado pelos Olmecas, pelos Maias, pelos Mexicas muito antes de ser um doce. Teobromina, abertura suave do peito, uma pausa habitada. Uma tigela quente entre as mãos — e o corpo recupera o que a cabeça tinha esquecido.
Conhecer o cacauDamiana
Mizibcoc, «a que faz sorrir o sol» — nunca bebida sozinha, sempre a dois.
Planta dos Mexicas e dos Guaycuras — o curanderismo mexicano chama-lhe a folha morna da alegria. Uma infusão que circula em vez do copo, um serão que guarda a sua presença. A suavidade em vez do torpor.
Descobrir a DamianaLótus azul
Nymphaea caerulea — a flor de Osíris, pintada na tumba de Tutankámon.
Nymphaea caerulea — flor dos banquetes egípcios, presente no limiar dos sonhos de Hátor e Osíris. A corola azul fecha-se com o sol e reabre-se ao amanhecer — uma sensualidade tranquila, não uma bruma. A noite recupera a sua profundidade.
Conhecer o Lótus azulDream Elixir
Sete mestras do sonho, quatro continentes, maceradas sob a lua cheia de junho de 2025.
Sete plantas mestras — calea, bobinsana, uvuma, kanna e outras — maceradas em aguardente de maçã, na Bretanha, sob a lua cheia de junho de 2025. Quarenta gotas antes do sono, um caderno na mesa de cabeceira. A noite não se perde — habita-se.
Conhecer o elixir





